Compositor: Tatsuya Kitani
O céu azul está irremediavelmente limpo
A impaciência que brotou no eu sem meios de agir se expande
Como se rissem de nós, que somos covarde não importa o quê
Milhares de olhos espiavam
Minha alma que quebrou de novo e de novo
Apenas a abraço forte
Até o dia dela virar cinzas em algum momento
Toda a tristeza que eu engoli, me moldaram
Me deu forma, me encheu de cor, foi assim que estive andando, não é?
Acumuladas uma a uma, igual à minha respiração,
Nesta palma, incontáveis
Cicatrizes que não desaparecem mais
São a minha prova, meu distintivo
Enfrentando meu medo
Gravando-o e seguindo juntos novamente
O céu azul está irremediavelmente limpo
Como uma sombra densamente lançada, o vazio é domado e ligado a mim
Como se consolasse a dor de uma ferida incontrolável
Ele me levou pela mão para desistir
Uma e outra vez, arrependimento
E ainda assim
Uma luz fraca está piscando e me cegando
Mesmo que toda a esperança nesses olhos
Um dia desmorone, escureça, fique lamacento e mude completamente
Para abafar os sussurros de decepção distorcida
Alguém grita no fundo da alma
Os amanhãs dados não têm significado
Se eu tivesse parado, sentado e esperado que acabasse
Eu não precisaria de arrependimentos ou decepções
Eu ansiava pela sua beleza
Lutando contra a escuridão, escolhendo e reivindicando o amanhã
Quantos erros, quantos arrependimentos, temendo o amanhã, carregando cicatrizes
Ainda assim, eu não posso dar isso a ninguém uma dor só para mim
Toda a tristeza que eu engoli, me moldaram
Me deu forma, me encheu de cor, foi assim que estive andando, não é?
Acumuladas uma a uma, igual à minha respiração,
Nesta palma, incontáveis
Cicatrizes que não desaparecem mais
Essa é a minha prova, minha marca, enfrentando meu medo
Gravando-o e seguindo juntos novamente